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Teste Yamaha XTZ 1200 Z DX Super Ténéré

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Notícia publicada em:24/03/2015 09:40

Teste Yamaha XTZ 1200 Z DX Super Ténéré
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Teste Yamaha XTZ 1200 Z DX Super Ténéré
por Bitenca
Esse ícone das motos do estilo aventura começou a ser importado em 2011. Passou a ser fabricado no Brasil em 2014 e ganhou vários aperfeiçoamentos. Agora ela é apresentada em duas versões: Standard e DeLuxe. Neste último há mais equipamentos, como suspensão eletrônica e aquecedor de manoplas. Mas mesmo na versão Standard há várias melhorias em relação ao modelo anterior, como o novo mapeamento de injeção eletrônica que entrega mais potência (112 cv) e um novo escapamento 100 g mais leve. Além disso, o novo para-brisa faz menos ruído ao vento, tem ajuste de quatro posições que pode ser manuseado sem ferramentas e o novo painel com tela de cristal líquido tem ajuste de iluminação.
 


Yamaha XTZ1200 Z DX Super Ténéré, mais potência, eletrônica e controle com toda tecnologia que a marca oferece
Os dois modos de condução, Touring e Sport ajustam as características do motor para os dois tipos de uso, que agora são mais distintos. O piloto automático (Cruise control) permite manter a velocidade constante, a um toque de um botão no punho esquerdo, sendo que qualquer interferência, pelo freio ou embreagem desativa o sistema para segurança.
 


Rodas raiadas com pneus radiais sem câmara de ar vem com aros especiais – Freios com pinças de quatro pistões são gerenciados por central eletrônica
O sistema de freios ABS também foi melhorado com um menor tempo de resposta, de forma que agora é possível o seu uso na terra. Há maior progressividade que permite um uso melhor também, por causa da unificação do sistema que divide a força de frenagem entre as duas rodas de forma inteligente.
 


Motor consagrado com o virabrequim “cross plane” recebeu nova administração que aumentou a potência para 112cv


Consumo variou muito pouco no teste, independente da forma e trecho percorrido
O motor consagrado com a angulação de 270° entre explosões recebeu modificações importantes, principalmente na administração. O Drive “D”-Mode foi recalibrado para provindenciar uma diferença mais notável entre o Touring “T”– Mode e o Sport “S”- Mode. No Touring há mais torque, o que facilita uma pilotagem mais relaxada, sem compromissos. No modo “S” a entrega se torna mais agressiva para as altas rotações, facilita ultrapassagens rápidas e saídas de curvas. Nessa hora o controle de tração vem para aumentar a segurança. São três níveis de interferência, permitindo ainda ser desligado para uso na terra.
 


o novo painel mostra e implementa todos os ajustes possíveis, na suspensão, nos modos de condução, no controle de tração e ABS
Tantos ajustes podem deixar o piloto inexperiente meio perdido, dois modos de potência, controle de tração, suspensão eletrônica e ABS. Essas e outras opções são configuradas no menu do painel. Porém, ao passar das horas em uso nessa motocicleta as várias opções acabam por fazer todo sentido. Andando nela se percebe como ajudam as várias opções de ajustes.
 


Acessórios importantes estão disponíveis nas concessionárias também
Na suspensão essa questão se mostra mais imperativa. Claro que pode-se trafegar com o ajuste padrão, para um piloto em condições normais e ainda assim realizar uma tocada até radical, com garupa e carga total nas malas laterais e central. Porém, se você ajustar a condição certa atuando no menu de ajustes da suspensão, muda tudo. Passe para duas pessoas, com malas e determine qual o tipo de amortecimento desejado: Macio (soft) para piso em más condições com maior conforto,  Standard (STD) para um meio termo ou duro (hard) para piso melhor e uma tocada mais agressiva. A consequência é uma total adequação da ciclística toda da moto às condições de carga e piso. Muda tudo, parece outra moto, ajustada para cada condição. Se a condição é uso solo com uma pequena mochila e com o ajuste adequado a moto se torna rápida e ágil, alteradas as condições da suspensão para o sag  e amortecimentos adequados.
 


Pequenas mudanças em relação ao modelo anterior, 1mm a mais no trail e 15mm mais baixa
Essa geometria se mostra bastante adequada para pisos acidentados, a grande distância entre eixos é complementada por uma boa dimensão de trail (126mm) resultado de um ângulo de rake até que bem pronunciado (28°). Resulta em uma moto realmente estável e previsível em terrenos acidentados mas com uma direção um pouco pesada. Manobras rápidas se tornam cansativas se forem muito corriqueiras no trânsito.
A posição do piloto conduzir essa moto está melhor, o guidão está 10mm mais próximo do piloto, afixado na mesa superior que também é nova. No geral essa é uma aventureira que não enjeita caminhos e confere uma performance invejável. Motor potente, ampla gama de eletrônica para se adequar às diferentes condições, seja de pilotagem ou de percurso. A moto dos sonhos de muitos motociclistas e com o nome que não nega, na verdade adiciona mais raça e tradição às Ténéré.
 
FONTE: MOTONLINE - Não deixem de visitar o site www.motonline.com.br , onde vocês encontrarão muito mais informações, fórum, testride, colunas, tuning / 2&4, testes, técnica, aventurismo, lojas/oficinas, classificados, motoclubes, FAQ e contato.
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