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  • 29/06/2022 BMW G 310 GS: estreando com estilo no segmento premium
    A BMW G 310 GS foi lançada em 2016 e, em 2017, estivemos em Barcelona para o lançamento mundial da moto. Segundo os executivos da BMW, o modelo foi pensado e desenvolvido para o...
    A BMW G 310 GS foi lançada em 2016 e, em 2017, estivemos em Barcelona para o lançamento mundial da moto. Segundo os executivos da BMW, o modelo foi pensado e desenvolvido para o mercado asiático e brasileiro, conhecidos pelo grande contingente de motos de baixa cilindrada e enorme potencial para motocicletas premium. Segundo a fábrica, o Brasil é o país em que mais se vendem as pequenas GS, a porta de entrada para o mundo BMW. Quatro anos depois de sua chegada no Brasil a G 310 GS continua agradando, mas desde o lançamento nada significativo havia mudado na moto, apenas pequenos detalhes visuais. Ano passado a BMW anunciou um pacote de mudanças na G 310 GS que agora é oferecido por aqui. A maioria das novidades são pouco aparentes, embora elas chegaram para oferecer mais conforto na pilotagem. O design renovado da BMW G 310 GS Se você olhar a G 310 GS vai perceber que o design foi modernizado com linhas mais agressivas que podem ser vistas no tanque e no formato das aletas, agora com mais vincos e pontiagudas. O farol e a lanterna traseira também foram reestilizados e agora iluminam por LED dando mais identidade à pequena GS. Chama a atenção o nível de acabamento desta pequena BMW, seja pela qualidade dos encaixes das peças plásticas, seja nas peças metálicas, como as grandes alças integradas ao bagageiro e a mesa sobre a qual está o logotipo da hélice. A ergonomia continua a mesma, a postura para a pilotagem é ereta e bastante relaxada, o guidão é largo e as pedaleiras estão bem-posicionadas. O banco em dois níveis é bastante confortável e as grandes alças que o ladeiam na traseira facilitam o apoio das mãos para a pegada do garupa. Agilidade, um dos pontos fortes da G 310 GS A G 310 GS é bastante leve, são 175 quilos em ordem de marcha (com tanque cheio) bem distribuídos em ótimo equilíbrio. A moto é ágil e muito fácil de pilotar e manobrar, o guidão largo pode ser incômodo em corredores mais estreitos, mas o bom ângulo de esterço e sua leveza permitem desviar dos congestionamentos com boa desenvoltura.Ciclística A base técnica de chassi e suspensões continua a mesma. O primeiro é em treliça tubular e abriga o motor sustentando-o pela parte superior. As suspensões contam, na dianteira, com um par de bengalas invertidas de 41 mm de diâmetro e atrás o monoamortecedor é ancorado diretamente à balança, sem a utilização de links. A única regulagem presente nas suspensões é na pré-carga da mola do amortecedor.Andando pela cidade de São Paulo, que em geral tem péssimo asfalto, a G 310 GS se sai bem e consegue absorver toda essa decoração asfáltica com eficiência e boa dose de conforto. As suspensões são um pouco mais vulneráveis, mas não impedem a diversão levantando terra. Se você é aficionado pelo off-roa, não espere alto desempenho nesse tipo de incursões, afinal ela não foi concebida para isso, embora ela possa encarar estradas de terra batida com coragem, rodas de liga e aro de 19 polegadas não permitem ser muito radical. Motorização Os engenheiros alemães optaram por equipar a pequena trail da BMW com um motor monocilíndrico de 313 cm³, comando DOHC, quatro válvulas e refrigeração líquida capaz de render 34 cv a 9.500 rpm de potência máxima e 2,8 kgf.m a 7.500 rpm. Foram adotadas algumas soluções para otimizar o rendimento e conseguir manter o conjunto compacto e com baixo centro de gravidade. O cilindro por exemplo está inclinado para trás, assim a mistura na admissão é feita pela parte dianteira de forma mais direta e a mistura entra mais fresca, e o coletor de escape sai pela parte de trás do cilindro, fazendo a curva na frente do amortecedor.Logo ao dar a partida no motor você percebe que ele é ruidoso e é preciso levá-lo a giros mais altos para que ele se torne mais empolgante. Esta versão recebeu o acelerador eletrônico e embreagem deslizante para evitar o travamento da roda traseira nas reduções mais empolgadas. O acelerador tem um pequeno atraso no início de seu curso, mas depois de você arrancar e o giro do motor subir ela acelera rápido. Na cidade o motor se comporta muito bem, é preciso deixar seu giro subir para ter mais pungência nas acelerações, é a partir das 5.000 rpm que ele começa a empolgar. O câmbio tem engates suaves e bom escalonamento para rodar no trânsito urbano cm suavidade. Na estrada ele também é divertido e pode manter boa velocidade cruzeiro, a máxima que consegui (marcada no painel) foi de 145 km/h. Nas subidas é preciso manter a marcha curta para que o giro do motor não baixe e você tenha respostas mais incisivas.Um ponto menos favorável deste monocilindro é o alto nível de vibração que ele transmite, muito perceptível nas pedaleiras e algo menos no guidão. Frenagens também usam itens de alto padrão O sistema de freios é composto de um disco de 300 mm de diâmetro na roda dianteira mordido por quatro pistões em uma pinça radial Bybre (marca pertencente à Brembo), atrás um disco de 240 mm e pinça de pistão único, ambos assistidos por ABS Bosch, completam o conjunto. O sistema hidráulico do freio também é equipado com mangueiras tipo aeroquip – revestidas de malha de aço – assim como nas motos esportivas e que, na teoria, deveriam oferecer uma pegada mais imediata no acionamento do manete por não se dilatar com o calor mesmo com o estresse na utilização excessiva. Visualmente o sistema de freio lembra o das superesportivas, guardadas as devidas proporções, mas na realidade ele tem o tato um tanto borrachudo no primeiro acionamento, depois de instantes ele ganha pegada, poderia ser mais direto, assim a sensação de segurança também aumentaria. A G 310 GS é uma moto diferenciada na cilindrada, e esta versão Triple Black tem ainda mais identidade com as aventureiras maiores da BMW. O preço sugerido é de R$ 37.990, não é pouco para uma moto pequena, mas ela é bastante honesta para a sua proposta.Há concorrentes indiretas que são mais baratas, casos de Honda XRE 300 e Yamaha XTZ Lander 250. A concorrente direta da moto da BMW é a Kawasaki Versys-X 300, que entrega mais potência, porém é menos confortável. Por isso, ela é uma boa opção para quem preza por status.   Fonte: Motociclismoonline.com.br  
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  • 23/11/2021 Yamaha apresenta R6 feita exclusivamente para as pistas
    A Yamaha revelou as esportivas a R6 Race e a R6 GYTR 2022, versões feitas exclusivamente para uso nas pistas. A versão Race ganhou uma cor preta com os controles deslizantes do garfo...
    A Yamaha revelou as esportivas a R6 Race e a R6 GYTR 2022, versões feitas exclusivamente para uso nas pistas. A versão Race ganhou uma cor preta com os controles deslizantes do garfo dourados. Já o modelo GYTR chega com uma lista de peças especiais de corrida projetadas visando a melhora do desempenho da motocicleta. A opção atualizada da R6 Race conta com um motor de 599 cm³ com pistões forjados leves, válvulas de titânio e o sistema Yamaha Chip-Controlled Intake (YCC-I) e Yamaha Chip-Controlled Throttle (YCC-T). A transmissão de seis marchas e o câmbio eletrônico permitem a troca de marchas com mais rapidez. O quadro Deltabox de alumínio compacto apresenta um subframe traseiro de magnésio e o tanque de combustível em alumínio, assim como o garfo dianteiro ajustável KYB de 43 mm e um amortecedor traseiro KYB, também regulável. A nova Yamaha R6 contempla pinças de freio dianteiro de montagem radial têm freios a disco de 320 mm que oferecem uma força de frenagem necessária para situações extremas. Conforme citamos acima, a máquina chega com garfos dourados e terá uma configuração pronta para as corridas, graças à remoção de componentes de estrada não essenciais para competições, como faróis, luzes de posição, retrovisores, buzina e estribo para o passageiro. Vale destacar que a moto foi aprovada para a utilização nas pistas de corrida, sendo proibida para o uso nas ruas ou para diversão. A Yamaha YZF-R6 GYTR estará disponível por um tempo limitado. Elas serão feitas sob encomenda e apresentarão uma série de peças premium, testadas para competições. Com isso, a fabricante japonesa espera proporcionar aos entusiastas de corrida de moto a oportunidade de adquirir uma Yamaha definitiva sem compromissos para estes fins. As entregas da nova Yamaha R6 e R6 GYTR 2022 começarão a ser feitas em 2022, com preço sugerido de US$ 18.390, cerca de R$ 103.000 em conversão direta. E você, o que achou da ideia da marca dos três diapasões de criar uma motocicleta voltada exclusivamente para as pistas? Por enquanto ela está disponível apenas no exterior, mas e se ela desembarcasse por aqui? Será que teria adesão dos fãs brasileiros? Conta pra gente nos comentários!  
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  • 21/09/2021 LANÇAMENTO: HONDA CBR 1000RR-R FIREBLADE SP 2022
    Baseada na motocicleta do MotoGP de Marc Márquez, a nova CBR 1000RR-R Firbelade chega mais tecnológica e mais potente. Por Thiago Dantas Em 11/09/2021 A primeira motocicleta Honda Fireblade foi...
    Baseada na motocicleta do MotoGP de Marc Márquez, a nova CBR 1000RR-R Firbelade chega mais tecnológica e mais potente. Por Thiago Dantas Em 11/09/2021 A primeira motocicleta Honda Fireblade foi lançada em 1992, com qualidades que evoluíram durante os anos. A principal característica é o conceito ?Total Control?, que privilegia a maneabilidade e oferece performance ideal a pilotos de diferentes níveis de experiência.
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  • 14/07/2021 Museu da Motocicleta Motocar
    A Motocar acompanhou a evolução do mercado de motocicletas por mais de 45 anos e atualmente, por devoção à sua atividade, preserva e expõe motos e...
    A Motocar acompanhou a evolução do mercado de motocicletas por mais de 45 anos e atualmente, por devoção à sua atividade, preserva e expõe motos e veículos antigos:
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